O ex-goleiro do Santos foi julgado na 1ª Vara Criminal da Praia Grande, litoral Sul de São Paulo. Como foi condenado, a Justiça determinou que Edinho entregasse seu passaporte, com o objetivo de evitar a fuga.
— Mas ele não entregou o passaporte, alegou que perdeu o documento. Diante do risco dele fugir, foi pedida a prisão preventiva. — afirmou o Delegado Marcelo Gonçalves da Silva, responsável pela prisão do ex-jogador.
A ação que condenou Edinho também aplicou pena a Maurício Louzada Ghelardi, mais conhecido como Soldado; e a Nicolau Aun Júnio, o Véio; condenados pela mesma infração. Além dos três, Clóvis Ribeiro, o Nai;, e Ronaldo Duarte Barsotti, o Naldinho; também foram condenados. O primeiro teve a sua prisão preventiva decretada no decorrer do processo e o segundo está foragido, sem paradeiro conhecido há mais de cinco anos.
O grupo foi descoberto em 2005, a partir dos trabalhos do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc). De acordo com as investigações, Naldinho era o líder da organização, que tinha ligações com o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. Por conta das investigações, Edinho foi preso por três vezes. A primeira em junho de 2005, sendo liberado poucos dias depois. E por outras duas vezes no ano seguinte, sendo liberado pela última vez em dezembro de 2006.
O advogado de Edinho ainda não foi localizado pelo GLOBO nesta terça-feira.
O Globo