Em entrevista ao G1, a promotora afirmou que o trabalho 'começa agora' com a análise minuciosa do vasto material apreendido nas casas e empresas dos supostos envolvidos. "Essa é a fase mais demorada da investigação, o trabalho mais complexo, onde precisamos analisar cada documento apreendido para embasar a denúncia", disse Patricia Antunes.
A promotora informou ainda que, a princípio, não serão necessárias novas prisões. "As prisões temporárias que foram solicitadas à Justiça é para evitar que os investigados venham a se desfazer de provas importantes ou ainda interferir junto à testemunhas", esclareceu.
Nesta terça-feira (9), a Polícia Militar cumpriu 12 mandados de prisão no Rio Grande do Norte, um homem se apresentou à polícia e um mandado de prisão está a ser cumprido no estado de São Paulo. Foram cumpridos ainda mandados de busca e apreensão e sequestro de bens no RN, Pernambuco, Ceará, Bahia,Paraíba e São Paulo.
Fonte: G1/RN