O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) disse ontem que o partido dará entrada na próxima semana a uma representação junto ao Ministério Público em relação à jornalista Rachel Sheherazade, do SBT, pelos comentários que ela fez defendendo um grupo de jovens que deteve um suposto assaltante, bateram nele, tiraram sua roupa e o deixaram nu preso em um poste com uma trava de bicicleta no pescoço. O caso foi registrado no Rio de Janeiro. “O menor que foi torturado é que deveria ter o apoio da jornalista”, criticou Valente. A representação contará com o apoio de entidades da sociedade civil, disse.
“O MP deve agir de forma exemplar, inclusive incidir sobre esse tipo de jornalismo sensacionalista, que prega tortura”, defendeu O deputado paulista também rebateu as falas do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Nesta quinta-feira, 6, Feliciano defendeu Sheherazade e criticou a postura de Valente, depois de o parlamentar do PSOL ter afirmado que processaria a jornalista.
“Como responsabilizar a jornalista, ela não criou o fato, apenas informou, e manifestou com parcimônia o que todos nós sentimos uma insegurança generalizada, e ela apenas demonstrou compreensão pela atitude de pessoas ordeiras e de bem, que apenas extravasaram um sentimento que tem tomado grande parte da sociedade” disse Feliciano.
“O MP deve agir de forma exemplar, inclusive incidir sobre esse tipo de jornalismo sensacionalista, que prega tortura”, defendeu O deputado paulista também rebateu as falas do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Nesta quinta-feira, 6, Feliciano defendeu Sheherazade e criticou a postura de Valente, depois de o parlamentar do PSOL ter afirmado que processaria a jornalista.
“Como responsabilizar a jornalista, ela não criou o fato, apenas informou, e manifestou com parcimônia o que todos nós sentimos uma insegurança generalizada, e ela apenas demonstrou compreensão pela atitude de pessoas ordeiras e de bem, que apenas extravasaram um sentimento que tem tomado grande parte da sociedade” disse Feliciano.