Vejam como são as coisas no Brasil, no RN e em Parnamirim.
Por certo deve está sobrando muito dinheiro pelos lados da administração Maurício Marques, que se dá ao “luxo” de ter uma estrutura imensa na Pracinha de Pirangi com palco, som, luz, banheiros e grandes bandas se apresentando e, mesmo assim, contrata o maior trio do RN: o trio Ovni, mas para praticamente tocar em frente à praça. Isso mesmo. Já o Trio Xodó, que custou cerca de R$ 70 mil, também não saiu do canto.
Por causa de problemas legais com as licenças para os trios percorrerem a Avenida Marcio Marinho (como costumavam todos os anos), o foram obrigados a ficarem parados.
A Prefeitura divulgou amplamente que investiu R$ 1 milhão no carnaval de Pirangi. Um trio desses não é barato, não sai por menos de R$ 100 mil reais no período do carnaval, e a Prefeitura de Parnamirim se dá ao “luxo” de pagar e ele não rodar com grandes artistas do RN como Grafith, Deixe de Brincadeira, Ricardo Chaves e outros…
Na ocasião de lançamento, Maurício Marques ressaltou que o carnaval não é despesa e sim investimento. “É nesse período que recebemos 30 mil foliões por dia em Pirangi, gerando empregos temporários e arrecadação de impostos que serão revertidos em obras para os parnamirinenses”.
Programação
Conforme programação, a promessa do prefeito do folião atrás dos trios não passou de um sonho distante.
Será que está sobrando dinheiro em Parnamirim? O que a Prefeitura tem a dizer de pagar a preço de ouro atrações com um propósito e simplesmente não acontecer por falta de competência, já que não andaram por questões burocráticas?
Contatada pelo blog, a assessoria respondeu que todas as atrações contratadas se apresentaram, VERDADE. Mas não se apresentaram como divulgado e como é feito todos os anos, os trios subindo a avenida e indo até lá em cima da avenida. No Carnaval 2014, os grandes artistas ficaram parados em frente ao camarote do prefeito, enquanto o Trio Xodó teve como “vista ou camarote” o cemitério.
O Trio virou um palco, mas não custa lembrar que já tinha um palco na praça. Se imaginasse que fosse assim, que todos os foliões tivessem o mesmo direito de curtir todos os artistas como uma estrutura móvel, como praticamente foi – só que restrita!
E aí, MP????

