As autoridades argentinas investigavam nesta sexta-feira (6) a veracidade de uma denúncia sobre a presença do narcotraficante mexicano Joaquín "El Chapo" Guzmán em uma localidade da fronteira entre Argentina e Chile, informou o ministério da Segurança.
"Há uma grande atividade da AFI (Agência Federal de Investigações) para verificar a veracidade de uma informação procedente do exterior", disse à imprensa o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni, sobre a suposta presença no país do homem mais procurado dos EUA e do México.
As autoridades chilenas confirmaram ter recebido a mesma informação via imprensa, mas nada de forma oficial.
No final de outubro, militares mexicanos realizaram uma vasta operação na serra de Durango e Sinaloa em busca de Guzmán, que conseguiu escapar de uma prisão de segurança máxima.
Guzmán Loera, considerado o narcotraficante mais procurado do mundo, fugiu da prisão de Almoloya, 90 km da capital mexicana, por um buraco no banheiro de sua cela que dava acesso a um túnel de 1,5 km construído por seus cúmplices.
A fuga em julho foi um duro golpe para o governo do presidente Enrique Peña Nieto, que determinou as detenções do diretor da prisão, da diretora do serviço penitenciário federal e de outros 12 funcionários suspeitos de ajudar Guzmán.
Em setembro, o México emitiu uma ordem de detenção com objetivo de extradição aos Estados Unidos. A captura de Guzmán vale uma recompensa de 3,8 milhões de dólares.
Fonte: uol
Bilionário, "El Chapo" fugiu da prisão de Almoloya, 90 km da capital mexicana, por um buraco no banheiro de sua cela que dava acesso a um túnel de 1,5 km construído por cúmplices |
"Há uma grande atividade da AFI (Agência Federal de Investigações) para verificar a veracidade de uma informação procedente do exterior", disse à imprensa o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni, sobre a suposta presença no país do homem mais procurado dos EUA e do México.
As autoridades chilenas confirmaram ter recebido a mesma informação via imprensa, mas nada de forma oficial.
No final de outubro, militares mexicanos realizaram uma vasta operação na serra de Durango e Sinaloa em busca de Guzmán, que conseguiu escapar de uma prisão de segurança máxima.
Guzmán Loera, considerado o narcotraficante mais procurado do mundo, fugiu da prisão de Almoloya, 90 km da capital mexicana, por um buraco no banheiro de sua cela que dava acesso a um túnel de 1,5 km construído por seus cúmplices.
A fuga em julho foi um duro golpe para o governo do presidente Enrique Peña Nieto, que determinou as detenções do diretor da prisão, da diretora do serviço penitenciário federal e de outros 12 funcionários suspeitos de ajudar Guzmán.
Em setembro, o México emitiu uma ordem de detenção com objetivo de extradição aos Estados Unidos. A captura de Guzmán vale uma recompensa de 3,8 milhões de dólares.
Fonte: uol